INSPIRAÇÃO URBANA




//...o espírito poético que vagueia nas ruas dessa cidade e nos campos da minha imaginação...//



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Castelo de Ilusões
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Encantos & Expressão
Espelho para o Ego
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Srta Butterfly
Vanessa
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Devaneios na rua iniciam-se aqui

Quinta-feira, Abril 02, 2009


Batido cantinho do desabafo

Senti falta de colocar pra fora todas as angústias esquisitas e sufocantes que gostam de perseguir um coração besta e apaixonável.

A vantagem e arte dos sensíveis é que, nunca lhes falta calor e emoção ao coração. Mas o pesar é que, quando sofrem, o sofrimento é redobrado.
Se vale a pena.
Às vezes me pego perguntando isso.
Mas, se não fosse bom os momentos de euforia, paixão, e calor ao coração, não seríamos tãotolos a ponto de nos prendermos nesta sentimentalidade toda.

O duro é quando a tristeza bate instante de solidão, matando aos pouquinhos um pobre coração remendado, com apenas um dia no espaço de tempo do ocorrido.

E não adiantou escapar.
Este espaço virou meu refúgiozinho, meu canto de desabafo.
Porque ninguém para nos entender melhor que nós mesmos, lendo nossas próprias palavras, e raciocinando um pouco sobre elas.

A racionalidade salva tudo.
,

.
.
.
Mas mata todo sentimento também.

Por que não arriscar?
Por quê?

Imaginado pela Escritora de rua 8:46 PM

(Inspire-se: )

Quinta-feira, Julho 31, 2008


Paradoxal

Na penumbra de uma rua mal iluminada, olhei em seus olhos, e o que vi foi o vazio mais completo que já sonhei observar. Ela me fitava sem medo e sem o tímido desvio dos encaradores que são pegos no ato;

Seu olhar não respondia ao meu; era próprio, firme, e não passava mensagem alguma, enquanto dava sensação de muita coisa. O olhar vazio mais completo que já vi. E senti.
Na luz amarelada, brilhavam de modo peculiar com o reflexo. A franja presa atrás e mexas harmonicamente lisas roçando-lhe o rosto, e um sorriso de monalisa torciam-lhe os lábios. Aquele sorriso misterioso, que não diz nada, mas diz tudo. As costas apoiadas na grade; os tênis impecavelmente brancos nos pés cruzados, e a calça jeans com casaquinho preto. Não mais que 19, certamente. E já tão vazia e triste, tão cheia, repleta, completa? Garota paradoxo. E um olhar tão intrigante que me fez escrever tanto sobre ele, que gostaria de desvendá-lo; dar-lhe o que lhe torna vazia; apreender dela aquilo que a completa.

E nosso ônibus chegou.
Partimos.

Imaginado pela Escritora de rua 9:16 AM

(Inspire-se: )

Segunda-feira, Julho 14, 2008


Passarinhos, a cantar!
De novo e novo, voltaram!
Perfumes no ar, luzes a brilhar, encantos e encantos pra alegrar a todos os coraçõezinhos dantes frios.
Sabe aquela brisinha geladinha, mas gostosa?
O sol brilhando, lindo, lindo, mas o clima meio fresco?

Tá recomçando a esquentar.

Imaginado pela Escritora de rua 10:32 AM

(Inspire-se: )

Terça-feira, Julho 01, 2008


Cinza

Quando se está em paz e harmonia consigo mesmo, parece que as cidade está mais azul; as ruas mais coloridas, e até se vê pássaros cantarolando nos lugares mais inóspitos.

Porém, quando não se tem essa paz de espírio, naqueles momentos em que nada parece dar certo e os passarinhos mais estão pra pombas sujas beliscando um pão sujo e amassado, as ruas tornam-se cinzas e imundas, a cidade fica malcheirosa e intragável. As pessoas parecem feias e mal encaradas.

Seu humor não colabora pra que isso melhore.
E essa imagem cinza não ajuda na melhora do seu humor.

E quando piora.... o cinza vira preto.
O inverno paulista é cinza e nublado.
Tragam-me o sol novamente!

Imaginado pela Escritora de rua 8:59 AM

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Sábado, Junho 28, 2008




Palavras solteiras procuram

Na correria insana do dia-a-dia, a inspiração ameaça chegar.... mas uma massa disforme ambulante, composta de pessoas, a leva embora.
É como se minhas idéias fossem pequenas senhoras tentando entrar no trem do metrô na estação Sé às 18h, espremidas pelo volume incomensurável de pessoas que tentam sobreviver à luta diária, nada severina no teor sertanejo, mas muito severinas na dureza e dificuldade natural da vida.
E minhas idéias, velhinhas, ficam eternamente pra trás na disputa para atravessar a imensa barreira entre a massa encefálica e o bloquinho de anotações.

E com esses contratempos, elas vão-se, para dificilmente bater em minha porta novamente.
Tantas idéias boas perdem-se na maluca corrida paulistrana de minha vida, e as palavras, ansiosas que estavam por sair e ganhar sentido aí fora, novamente se contorcem e resmungam sussurros incompreensíveis, mas certamente desaprovadores.

Pobres palavras, eu gostaria de libertá-las e dá-las o sentido que merecem nessas páginas escuras, mas cheias de sentimentos do blog, mas terão que conter-se, pois para entrar nessa ambiente virtual, primeiro terão que conseguir me ajudar a conciliar a vida real, concreta e táctil, para só depois ganharem asas e divertirem-se, juntamente com outras palavras, agora, cheias de sentido semântico e poético.

É difícil soltar palavras e idéias, de mãos dadas, para trazerem algo de bom a alguém por aí (mesmo quando nas ruas de sua alma elas fazem sentido) quando não se consegue nem dar conta do que se passa nas ruas reais aí, de fora.
A gente segue vivendo.
Tentando dar mais sentido à vida dos severinos da cidade grande.
Tentando dar-se sentido.


Imaginado pela Escritora de rua 4:35 PM

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Sexta-feira, Junho 20, 2008


Os prédios sussurram palavras que cheiram a cinza.
O bafo quente das ruas não aquece os corações daqueles que passam por elas com indiferença. E o frio seco do cotidiano amolece e entristece as almas.
Na velocidade urbana, não se enxerga o que deveria fazer parte intrínseca da rapidez; o vazio predomina, o oco é presente nos espaços já anteriormente desocupados.

De repente viver na cidade parece triste e frio.
De repente parece que a vida foi tirada das pessoas pela boca.
De repente somos marionetes de mãos invisíveis e monstruosas, que nos guiam sem rumo para chocar-nos uns contra os outros.

E todo esse caos preto e branco e silencioso parece normal.


Imaginado pela Escritora de rua 8:48 AM

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Quarta-feira, Dezembro 27, 2006


Quis voltar, mas a coragem faltou.
Também, como poderia considerar-me capaz de voltar à ativa se meu deleite em passar horas a fio diante do aparelho eletrônico se foi?
Um público maravilhoso conquistado, tantas visitinhas agradáveis, fazia um bem tremendo deixar as letrinhas juntinhas saírem e se transformarem em palavras, frases e textos gostosos...
Na crítica a si mesmo, é difícil achar que algo fica realmente bom, e de vez em quando eu sentia que tinha algo que queria fazer, e continuar fazendo!
Mas as vicissitudes da vida me levaram por outras águas, outros campos e caminhos, me privando de um dos meus prazeres, dando-me outros deles para aproveitar.

Hoje não sei se tenho forças e vontade suficiente para voltar, mas um saudosismo martelante e uma necessidade de me expressar me fazem acreditar que assim vai ser.

Dedinhos cruzados, língua e coração afiados, muito barulho nas ruas, buzinas, e carros, árvores e pessoas.
Estou de volta à Inspiração Urbana.

Imaginado pela Escritora de rua 4:03 PM

(Inspire-se: )

Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005


Párem este veículo!

E enfim, como tudo acaba?

Como se diz pro coração que não se deve agir assim?

Como se diz para o peito parar de afortunar a mente com dores incessantes?

Como se dá um tempo na vida, pára-se o ônibus e se diz: "quero descer!!"

Pára tudo que eu preciso.

Já sinto, sinto, sinto, e não paro de sentir apertos que martelam...

Pensamentos que levam à sensações táteis... arrepios pelo corpo.

E abro os olhos e não vejo o corpo na cama

Tudo não passou de um sonho.

Um sonho acordada

Alguém pare, por favor.

Eu quero mesmo descer.



Imaginado pela Escritora de rua 4:28 PM

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Sexta-feira, Fevereiro 04, 2005




"Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão
Sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão
E tudo ficou tão claro, o que era raro ficou comum
Como um dia depois do outro, como um dia, um dia comum"


Como uma das minhas múltiplas paixões, deixo-me horas a estudar o comportamento das pesosas.
Acho imensa graça naquelas que querem parecer o que não são. Causam-me pena, de certo, mas não deixo de entendê-los.

Gosto de observar as que buscam atenção.
Falam alto, gesticulam muito, tendem a cutucar o ouvinte o tempo todo para prender seu olhar em si mesmo.

Os mais complexos são os lacônicos, os tímidos, os outros observadores.
Sempre no seu canto, ficam olhando com ar examinador cada passo dos outros. Algumas vezes em busca de uma brecha pra falar, em outras, tentando entender o que faz alguém querer ser o que não é, ou falar tanto e tão alto.

De tanto observar as pessoas, tornaram-se extremamente previsíveis pra mim.
Já sei o que vão dizer, o que querem ouvir, como vão agir, dependendo de sua personalidade.

Claro que sempre existem as que nos surpreendem. Até mesmo quando esperamos antecipadamente um comportamento, mas o tememos.
E quando ele aparece, só nos resta lamentar pelo acontecido.

Muitas pessoas me decepcionaram nos últimos tempos.
Mas nada forte o suficiente para abalar um sorriso impagável que tem aparecido em meu rosto!


Imaginado pela Escritora de rua 2:09 PM

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Segunda-feira, Novembro 15, 2004


Biografia literária

Tu gostas quando te conto histórias?
Tu gostas quando profiro os bem-vindos clichês de teu maior agrado...
Se tu gostas, hoje contar-te-ei a história da menina que passeava pelas ruas e que adorava escrever sobre elas.

"Era uma vez uma garota, que tinha lá seus 17 anos de idade.
Meteu as caras na vida, e decidiu ir à cidade grande, encarar os problemas reais de frente, deixando a barra da sai da mãe.
E que dores! Quantos tormentos sofreu, quantas desilusões e decepções, quanta porta na cara levou, quantos insultos não ouviu...!
Mas e que prazeres! A cada sorriso tinha ânimo pra continuar, a cada elogio, o ego se recuperava, a cada palavra bem-dita, um calor na alma sentia.
E no interior do peito, vindo paradoxalmente como brisa suave e refrescante e chama viva e ardente, como doce melodia aos ouvidos, como uma dádiva magicamente concedida... do interior do peito, transbordava-lhe uma magnífica sensação de LIBERDADE...

Tinha feito acontecer. E sabia disso.
Não desistiu nunca. Cada vez mais sentia que deveria expressar de alguma maneira tudo o que lhe percorria o coração.

E pôs-se a escrever. Sobre as ruas, sobre os campos, sobre as florestas e sobre os anjos. Sentimentos, cotidiano, racionalidades... passou a sentir-se. Passou a ser palavra. E as palavras passaram a ser ela... escritora. Palavras e ela. Ela e palavras.

E ela então passou a ser escritora de rua!"



Imaginado pela Escritora de rua 10:50 PM

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Quinta-feira, Novembro 11, 2004




À Terra da Garoa

Da janela vejo e procuro
Ainda sem esperança, não vejo o quê.
Passam os carros como loucos, e buzinam incessantemente. Outros deixam o som no máximo, obrigando todos a ouvir sua música escolhida.

Paz é uma palavra ignorada para os paulistanos de plantão.
Para os paulistanos bem-urbanos.
Para os paulistanos que sobrevivem a uma vida paulistana

O reflexo pelos vidros espelhados escondem vidas e cotidianos; problemas, desilusões, alegrias e satisfações.
Deixando do lado de fora apenas cabeças indiferentes a essas expressões humanas, concentradas em seus próximos afazeres.

O paulistano é aquele que não tem tempo para pensar no mundo à sua volta; é aquele que deixou há tempos de perceber quanta coisa interessante pode aparecer em seu caminho, bastando apenas um olhar um pouco mais curioso.

O fim da curiosidade, o cúmulo do blasé, uma boa pitada de impessoalidade, e muita vida e agitação!

Paulistas... deuses!
Urbanismo e modernidade....
O mal de mãos dadas com o bem.

Paulistanos, da minha mais querida terra... teria eu tanto amor por outro lugar completamente diferente?
Seria eu incapaz de amar-te por tuas ruas sujas, mas históricas; por tuas avenidas engarrafadas, mas colossais; por tuas construções poluentes, mas magnificamente bonitas e imponentes?
Seria eu capaz de me horrorizar a cada bueiro entupido se posso observar uma pequenina árvore sobreviver numa selva de fumaça?

Seria eu capaz de definir o que é ser um verdadeiro paulistano... e amar isso?

Feliz 450 anos, minha cidade do coração.


Imaginado pela Escritora de rua 7:48 AM

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Quinta-feira, Novembro 04, 2004




Dolorosa Despedida

Ontem dei um fim na coisa que mais trouxe alegria pra minha vida.
Sentido da minha atual vida, razão pelas minhas escolhas e da maioria das privações... dedicação por um amor incondicional.
Amor que ainda está vivo, mas completamente apagado.

Um dia voltará a "brilhar"?

Por fim... estou livre de uma obrigação...

Como despedidas são dolorosas.... principalmente quando se trata de algo que dava razão a todo o resto de sua vida...

(suspiro)....
Não pensei que fosse tão difícil.


Imaginado pela Escritora de rua 6:56 AM

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Quarta-feira, Novembro 03, 2004




Poeminha bobo pra um coração romântico

Traga-me flores
Traga-me beijos
Traga-me carinho
Traga-me abraços
Traga-me tudo o que pode me fazer
Gostar ainda mais de ti!


Imaginado pela Escritora de rua 9:22 AM

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Sexta-feira, Outubro 29, 2004




Sopra, sopra ventinho...

As pequenas sementes aéreas vão se espalhando de maneira descoordenada e aleatória, e o bonito é ficar olhando cada uma, e adivinhar onde vão parar.

Adorava soprar sementinhas ao vento... e vê-las sendo carregadas...

Ah, metáfora da vida!

Pra onde vão minhas sementes??

Deixa que o vento leva....


Imaginado pela Escritora de rua 10:43 PM

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Sexta-feira, Outubro 22, 2004


A verdadeira identidade da Hipocrisia.

O zoológico

E de dentro do zoológico, um berro do gorila ressoa por todos os recintos.
Desde que passara para a jaula principal, o macacão estava cheio de si. Queria mandar e desmandar, e havia tratado de andar com o grupo dos animais-queridinhos e fofinhos.

Afinal, todos queriam ver os leões e os tigres; os elefantes e as girafas; o hipopótamo e as zebras, os jacarés e as cobras.
Mas o gorila sentia-se só; queria porque queria fazer parte do seleto grupo favorito da criançada, até que passou a fazer de tudo para chamar atenção.

De início, colocava medo; depois, passou a ser um dócil mamífero, que aceitava comidinha na boca e dava a mão aos pequeninos visitantes.
Logo foi aceito por todos. Aprendera a fórmula para o sucesso!

Do outro lado do zoológico, estavam os animais deixados de lado. Aqueles, mais sem-graça, sabe?

As ararinhas no viveiro, a tartaruga no laguinho, os coelhos, os peixes e outros bichos sem graça, além da raposa.

A raposa também chamava a atenção, mas se recusava a deixar o grupo que lhe convinha.
Lá gostavam dela de verdade, pelo que era; não havia diferenciação por seu porte físico ou pelo motivo de ser carnívora. Lá ela era o que era; e assim seguia.
Por chamar mais a atenção e ser naturalmente mais forte que os demais, passava por líder, e sentia-se no dever de proteger os companheiros das desavenças possíveis com as "feras" do outro lado do zoológico.

Logicamente que a raposa era demasiado pequena e fraca para defender a todos, mas até certo ponto, seguiam na paz (artificial).

Um dia a verdade chegou à tona: havia uma possibilidade de saída do zoológico, para ingressar num circo, ser espetacularmente famoso e receber toda a merecida atenção.

Foi um furor geral, todos os animais queriam entrar na disputa, não importando o que devesse ser feito para tal. Foi um deus-nos-acuda!
As cobras enforcavam as girafas, que por sua vez pisoteavam os jacarés, que mordiam as zebras, que davam coices nos elefantes, que esmagavam os leões, que atacavam os tigres, que abocanhavam o hipopótamo. O gorila ficou atônito, sem entender como o seu lindo grupo poderia estar deixando-o para trás ao invés de se unir a ele. O gorila voltou a ser o que era: agressivo e totalmente macaco. Toda falsa docilidade o deixou, quando a máscara caiu.
Então percebeu que a verdadeira essência do zoológico era a individualidade; em alguns casos, a qualquer preço.

O grupo dos sem-graça estava calmo: cada um tentava demonstrar suas capacidades, em tom de harmonia e amizade, respeitando os limites dos companheiros, e se ajudando sempre que necessário.

Não vou colocar quem foi o escolhido. Julguem por cada um.

Moral da história: aprenda a escolher suas amizades. Ou o que você acha que chama de.

Dá pra ter muito mais moral aí. Tirem suas conclusões.


Imaginado pela Escritora de rua 8:45 AM

(Inspire-se: )

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